terça-feira, 18 de agosto de 2015

Estou envelhecendo, ando ranzinza, velha, louca e chata. Ando não andando muito, reclamando do mundo. Com reumatismo e tiques estranhos, com o mesmo livro empoeirado que minha memória não me deixa terminar de ler, nunca sei a página donde parei. Nunca sei onde estão meus óculos, nunca sei onde te deixei. Num verso? Numa música?  Numa poesia? Onde será que te guardei?

-roberta laíne.

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