quinta-feira, 31 de julho de 2014



É que tipo o mundo realmente está um lixo sabe, mas eu acho que,
Eu acho que a coisa toda está em reutilizá-lo, 
Tipo uma questão de reciclagem entende? 
Pegar o que não tem mais utilidade e dá vida novamente ...

- roberta laíne.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vivemos em uma época em que as coisas acontecem dentro das redes sociais, dentro delas as coisas nascem, quase não crescem, não chegam a se reproduzir e logo morrem! Esse é o novo ciclo da vida. Porém, isso é apenas minha opinião, minha inútil opinião, bastante calada por sinal, pois, talvez eu esteja escrevendo para ninguém e se caso alguém ler isso as chances desse alguém concordar comigo é de 0,1% ...  Por que 0,1%? Não sei, só quis ao menos me dar a chance de 0,1%.
Mas analisem os fatos, antigamente tudo durava mais, a vida durava mais, os namoros duravam mais, até a alegria que parece ser incontável, dá para compararmos e percebermos que também durava MAIS!
De fato, posso estar influenciada pelo fato de que "Eu sempre quis ser de antigamente", e é uma merda tudo isso, como no filme "Meia noite em Paris" - nunca estamos conformados com a época em que vivemos. Ainda bem que ao menos esse filmes existe e eu possa apontá-lo que existe,
que existe ao menos um filme que está de acordo comigo. 
Mas chega de delongas por hoje, estou com vontade de estraçalhar esse notebook na parede, ele me soa moderno e tem cara de que quer me possuir ou me conduzir pra esse mundo de redes sociais (nascem, quase não crescem, não chegam a se reproduzir e logo morrem), que para mim nada mais é que a afirmação de que tudo anda durando o mesmo tempo que você usa, dependendo da sua internet, para excluir ou aceitar um novo, "AMIGO"

Roberta parece estar offline,

laíne.
[...]

Escutei na missa que: " O Bem sempre perde no final ... "
Essa frase ficou perturbando-me a semana inteira e até agora estou tentando digeri-la ...

- roberta laíne.

terça-feira, 29 de julho de 2014



As vezes, 
sinto como se eu fosse uma grande,
UMA GRANDE TRAGÉDIA MUNDIAL DENTRO DA HUMANIDADE .

- roberta laíne.

domingo, 27 de julho de 2014



Se você quiser eu posso pegar sua solidão emprestada e juntar com a minha, 
Assim seremos juntas sozinha ...

-roberta laíne.

sábado, 26 de julho de 2014

Chorar é tipo vomitar, 
assim que você põe pra fora a sensação é de conforto e alívio ...

- roberta laíne.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Era estranho, mas eu sabia que tinha que sentir tudo aquilo que estava sentindo, principalmente por lembrar de uma frase bastante significante de John Green: "A dor precisa ser sentida"... É, realmente aquela dor eu precisava sentir, a dor de sempre, a dor de encontrar-se deslocada e novamente sozinha, sempre sozinha! Encolhida num mundo que eu criei e que morro de medo de sair. Meio estranho tudo isso, mas na verdade não poderia ser diferente, pois eu sou estranha, sempre fui estranha. Eu e essa dor estranha ...
Resolvi parar de me abastecer com coisas que a maioria das pessoas não veriam a menor graça e larguei o livro que estava lendo, decidi então que iria me entupir de porcarias norte-americanas, e, comecei pelos  filmes, escolhi os mais idiotas possíveis que eu imanaria ser: "Eu te amo beth cooper", "Diário de uma virgem" e "Saindo do armário". Após assisti-los achei engraçado como esses filmes tinham algo em comum, sempre tinham um/a idiota que sofria o filme inteiro e no final é recompensado com apenas um beijo ao término de tudo aquilo. Quanta miserabilidade no quesito recompensa! Como pode um ser sofrer tanto e ser recompensado com apenas um beijo no final? O mais estranho era que eu estava me sentindo um daqueles idiotas; juro que tentei me achar nos outros personagens, tentei um por um, desde os que se davam bem, até os que quase não apareciam, mas não encaixei-me, só encaixava-me com o idiota do início ao final do filme, mas tudo bem, a dor precisa ser sentida;
Depois do último filme norte-americano-e-idiota que meu cérebro aguentou, percebi que havia algo extremamente inteligente nesses filmes, uma espécie de lição de moral ou sacada final da vida:
São tão idiotas, mais tão idiotas que são reais! É isso! Reais ...
No final das contas são os filmes mais próximos com nossa realidade, sempre com algo tocante e comovente, e isso era a realidade.
Então cheguei a conclusão que, somos todos idiotas no final das contas, e, sempre tem um, que sofre o filme inteiro...

- roberta laíne.

quinta-feira, 24 de julho de 2014


Sonhadora, poeta, paranoica e patética!

- roberta laíne.

quarta-feira, 23 de julho de 2014



"Vai pro inferno ..."
Essa frase adentrou em meus ouvidos e perdeu-se nos ilimites do meu cérebro... Fora a última frase dela, "Vai pro inferno ..." 
De todo, não fora tão ruim assim como soa, e nem a pior última frase desse mundo,
o problema, é que eu não sabia ao certo onde era o inferno
― até descobrir que CONVIVO com ele todos os dias,
desde quando papai resolveu ir embora e não mais voltar e desde quando passei a ser dependente de medicamentos.

Nem sempre contigo,

b

- roberta laíne.

domingo, 20 de julho de 2014




Já havia corrido diversas vezes,

Corrido em competições mirins da escola
Corrido em jogos da faculdade
Corrido em uma esteira para um teste do meu coração
Corrido sorridente na praia
Corrido com medo de um cachorro
Corrido...
Porém, a melhor vez que corri em toda minha vida, foi depois de uma despedida...
Corri atrás dela,

Sempre contigo,

b

-roberta laíne.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Quando estou mal e tudo parece está dando errado eu costumo ... 
Eu costumo tomar sorvete!
Bem, não tem gosto de cigarro,
 ou o alucinógeno de um ecstasy
nem a embriaguez de um copo de cerveja, 
mas 
tem vários sabores ...

Sorvete!

- roberta laíne.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Queria encontrar uma palavra e dizer: 
— ESSA! 
É exatamente essa palavra que irei usar. 
Então me arrumaria - daquela minha maneira meio desajeitada - com os cabelos despenteados, uma blusa possivelmente amassada, e um sorriso nos olhos... 
Compraria um buquê de flores — mesmo achando um clichê bem brega, mas sei que ela adoraria —
pegaria um ônibus e viajaria por 3 horas e alguns trocados até chegar em sua casa,
bater na sua porta,
saudar sua mãe,
te olhar e dizer: 
... 
Bem, como disse eu ainda não achei a palavra.

Sempre contigo,

b

- roberta laíne. 

domingo, 6 de julho de 2014




Caro leitor,
Eis uma história que tenho para lhes contar, que, de início você achará o título meio estranho, mas achegando-se para o final, como todo e velha história você entenderá, trata-se da ...


"A história do peixe de ouro"

Era uma vez,
Não não espera, não ERA uma vez, essa história foi inventada, desse modo não era uma vez, nunca fora, nem em uma vez nem em vez nenhum,
mas prossigamos, pois era nenhuma vez, Pedro, um jovem pescador que sonhava grandiosamente em capturar o tão famoso, sonhado e almejado: peixe de ouro, que nadava nas entranhas do rio ao qual banhava Pedro e o povo de sua longínqua ilha.
Capturar o peixe de ouro nada mais era que conquistar além de, grande fama em ser o pescador dos pescadores, como também torna-se o pescador mais rico e poderoso da ilha...
Certo dia, ou melhor era noite, então, certa noite, Pedro resolveu lançar-se na negra e achocolatada noite que fazia na ilha, iluminado apenas por uma pálida lua e um céu recheado de estrelas que pareciam brincar de pira. Pedro, tranquilamente guiava seu barco em pontos possivelmente já traçado em seu velho mapa amarelado que o próprio havia criado e escrito no título com letras mal desenhadas: rotas para se chegar ao peixe de ouro... Com o mapa em mãos, acompanhado de uma noite tranquila que cheirava a jasmim de primavera, a isca de Pedro sempre posta em ação e um brilho em seus olhos confundido-se com o fulgor acendente e apagante dos vaga-lumes que ali estavam... Tudo parecia transcorrer naturalmente como há anos em repetidas noites na busca ao peixe de ouro; porém, quando, de repente, Pedro sentiu sua isca mover-se, apoiando-se rapidamente no barco viu brilhar abaixo das escuras águas um enorme peixe, um pouco maior que Pedro, que reluzia um amarelo ouro desde os olhos até a última ponta de suas nadadeiras. Pedro ficara em estado de choque ao ver, pela primeira vez, o tão sonhado PEIXE DE OURO.
Pedro não mediu esforços, lançou-se até a extremidade de seu pequenino barco para certificar-se de que o peixe realmente estaria preso na isca, e bingo! O peixe de ouro circundava seu barco por está com o lado esquerdo da boca cortada por um grande S de ferro cor de branco neve preso num anzol. Pedro, começara a puxar o anzol num trabalho braçal supra-humano, de mover montanhas, parecia coisa de super-herói de desenho animado, mas Pedro era real, pequeno e machucável e o peixe de ouro também. De ouro na verdade.
O peixe começara a se aproximar da borda do barco, enquanto Pedro bravamente o puxava com toda sua força de super-herói humanizado, o brilho de seus olhos que antes era confundido com vaga-lumes, agora superava o das estrelas, que pararam de brincar de pira e se concentraram todas num amontoado só, para assistir nervosamente a conquista de Pedro.
Quando, após mais uma gota frenética de seu suor escorrendo pelo rosto, o brilho dos olhos do peixe de ouro cintilavam a borda do pequenino barco de Pedro, e ali estava ele, um pouco desajeitado, mas com um amarelo caramelado de peixe de ouro.
No entanto, o S que friamente pressionava a boca do peixe de ouro estava sendo banhado por um sangue mais vermelho que marte, deixando o peixe totalmente triste e arrebatado.
O brilho dos olhos de Pedro que ora foram confundidos com vaga-lumes, ora superado com o das estrelas, agora se camuflava de negro achocolatado como a noite, Pedro acabava de realizar seu grande sonho, porém percebeu que o seu sonho estava implicando nas lágrimas cor de sangue do grandão agora pequenino peixe de ouro, e, sem pensar Pedro rapidamente pôs para dentro do barco o peixe, retirando de sua boca o S que o machucava. Naquele momento Pedro pela primeira vez em toda sua vida percebeu que nossos sonhos só são totalmente realizados quando há brilho nos olhos do sonho e do sonhado, o que não havia nos olhos do peixe dourado no momento de sua captura ...
Inesperadamente Pedro lançou-se ao rio fisgando em sua boca o S que machucara o peixe de ouro deixando que a corrente de água o levasse...
Caro leitor, nesse exato momento você entrará numa dimensão surREAL onde o peixe de ouro se inclina e com uma de suas nadadeiras puxa o anzol que agora segurava Pedro de ouro, e trazendo-o até a borda do barco, Pedro com últimas formas de super-herói humanizado se põe deitado ao lado do peixe, que já sem oxigênio inclina uma de suas nadadeiras para tocar as mãos de Pedro, ambos ali, deitados no pequeno barco, com um corte nos lábios feito por um S de ferro cor de branco neve, olhando para todas as estrelas que começaram a brincar de pira novamente e uma lua pálida que moveu-se para debaixo do barco, onde, morria o sonhador com o sonhado, Pedro e o Peixe de ouro, ou como queira, dourado.

Att,

- roberta laíne.
As pessoas geralmente irão achar monótono e decadente, mas, sempre que quiserem podem me procurar aqui, no mesmo lugar que há 21 anos atrás eu estava e que daqui possivelmente quanto eu ainda tiver de vida, eu estarei... Eu gosto daqui, eu gosto desse lugar parado e do estado parado que me encontro, pois consigo movimentos incríveis dentro de meu quarto. E bem, as pessoas irão achar monótono e depressivo, mas, possivelmente daqui a 10 anos, eu continuarei aqui,

Em meu quarto

Cordialmente,

- roberta laíne.

quinta-feira, 3 de julho de 2014




Eu não conhecia o total valor da palavra Criatividade,
até percorrer meus lábios sobre o corpo dela ...

Sempre contigo, 

- roberta laíne.