terça-feira, 25 de novembro de 2014

Se existisse outra de mim, mesmo assim ainda não daria conta de todo sentimento que tenho dentro de mim...

- roberta laíne. 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Preciso dá um tempo, 
de mim. 

- roberta laíne. 

domingo, 16 de novembro de 2014

Estou sofrendo... de cardioviolência.

- roberta laíne.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Se um dia você descobrir que me carrega no bolso da sua camisa perto da gola da blusa, promete nunca me deixar cair de lá? Do teu bolso o mundo é alto, o chão é uma escada rolante sem fim, o vento bate forte e de dia dá pra ver mais de perto o Sol, de noite um abaju imenso com o brilho das estrelas. Mas se um dia você descobrir.. Tenho medo, morro de medo de um dia você descobrir que eu moro no bolso de sua camisa perto da gola. Pois, de lá o pouco pano me protege do frio, ou quando você com pressa sai na correria em busca de um ônibus para ir para casa, ao correr você sempre segura forte bem no meio do peito me protegendo e amassando o restante da blusa, menos o bolso perto da gola... O problema é que você não sabe, você não sabe que eu moro no bolsa da sua blusa, e que ao chegarmos em casa encharcados, você me troca de camisa e me põe em um bolso mais aconchegante e quentinho, você se joga no sofá para assistirmos algo na tv e sempre acaba dormindo, e eu do seu bolso te olhando a sonhar, quer dizer, até a hora em que você também me põe para dormir, colocando sua mão no peito, bem no meio do bolso onde eu durmo - com o calor de tua mão tão macia... Mas se um dia você descobrir? Que ao acordar, e tomar seu café da manhã, divide-o comigo quando se sujas e repousa a mão como uma criança em sua blusa jogando migalhas de pão para mim, saindo quase sempre com a camisa suja quando me põe muita comida e esquece de retirar o café da manhã, mas eu não reclamo, acho fofo até. Mas tenho medo, morro de medo, de, se um dia você descobrir, se um dia você descobrir que moro no bolso da sua camisa perto da gola da blusa, você então se irrite e  resolva jogar todas as suas camisas fora, comprar uma nova blusa, sem bolso!

- roberta laíne.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Se tem céu,
e se no céu se tem estrelas,
e se no meio da dança de estrelas,
se tem uma luz prata envergonhada,
então se tem Lua..

- roberta laíne.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Encosta tua cabeça aqui,
Vem comigo dormir,
Eu sei contar histórias;
Que não são do mundo lá fora,
São de dentro de mim.

- roberta laíne.
É. Parece mais o holocausto novamente. Está impossível viver...
Ando sem forças para estudar com essas situações sociais, espirituais e climáticas! Veja por exemplo, às vezes estou estudando e me sinto desestimulada devido ao calor que ando sentindo. A terra está com febre, já não suporta mais! Vendo a situação de São Paulo com os índices recordes de reservatórios abaixo do nível, chego a pensar que nem um chuveiro gigante, para dar um banho na terra antes de dar-lhe qualquer remédio para febre, poderia ajudá-la. Pobre acamada que rotaciona sem forças...
E pode até parecer besteira, mas realmente esse calor me desestimula a estudar, pois paro banhada de suor e fico imaginando que talvez não terei minha casa, cachorro e gato e meu alguém ao meu lado; Pois, como vou construir tudo isso com essa febre do nosso planeta? E quando ele convulsionar?
Pessoas ao nosso redor fazem o mal. Pagam o mal com o mal. O amor anda praticamente comprável. Aquele tipo de coisa que jamais pensaríamos achar numa loja de roupa e sapatos, agora se compra; Deus, a que ponto chegamos! Quem tem seu amor verdadeiro que tranque a porta de sua casa e vivam secretamente, porque de amor o mundo não mais entende.
Ganância. Ganância. Ganância! Espíritos maus ao nosso redor. E uma guerra social onde as pessoas agora simplesmente morrem. Não é mais um acontecimento: MORREU! Não, a morte virou comum como a vida e o pior a vida virou comum. Nascimentos e mortes viraram comuns nada de acontecimentos. A não ser servir de grãos que alimentam uma mídia faminta por mostrar imagens e  vídeos de sangue a escorrer pela sargeta do mundo. Sangue do que costumávamos chamar - seres humanos ..

- roberta laíne.

domingo, 2 de novembro de 2014

E de tão sólido pos-se a adentrar um beijo de alma pura e consciente jamais dado, dantes nunca visto, outrora nunca sonhado. Naquele momento em pedra nasceu um girassol, que em tom amerelo confundiu-se com o sol e uma brisa que saía das mãos que lhe descia o rosto proferia: nesse coração primavera agora vivia!

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- roberta laíne.

sábado, 1 de novembro de 2014

Por favor não vá embora, 
antes de escutar a porrada violenta de adjetivos que tenho para te designar.

Não vá. 

- roberta laíne.