E agora? De quanto valeu ser tua distração? Que risco correu tua tão temida verdade em meio ao oceano profundo que fora tuas
mentiras? Que como praxe eu caí. Inocentemente caí, mergulhando em teu mar omisso e recoberto de mentiras, mesmo
morrendo de medo das fortes e tenebrosas correntezas que trazia teu mar, eu
mergulhei, pois pensava que no momento em que mais precisasse ao menos uma boia
ou algum tipo de objeto tu jogarias para eu me agarrar, pois mesmo sabendo
o quão geladas eram as água que te banhavam de assentimento, mesmo sabendo da
hipotermia do teu coração, eu não me importava em suportar, pois em ti eu
bobamente acreditava e mais uma vez MENTIRA... Mentiras tu trouxe para me esmagar, afogando mais ainda meu frágil coração que agora de tão triste se
recusa a bater e se arrasta, lutando contra as suas próprias bobagens criadas na sua última tentativa de acreditar no... como é mesmo aquela palavra que hoje em dia usam-na como bom dia? Ah ta, o amor.
-roberta laíne.
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