domingo, 17 de junho de 2012


E agora? De quanto valeu ser tua distração? Que risco de vida correu tua tão temida verdade em meio ao oceano profundo que fora tuas mentiras? E como praxe eu cai. Inocentemente cai, mergulhando em teu mar omisso e recoberto de mentiras, mesmo morrendo de medo das fortes e tenebrosas correntezas que trazia teu mar, eu mergulhei, pois pensava que no momento em que mais precisasse ao menos uma boia ou algum tipo de objeto tu jogarias para eu me firmar, pois mesmo sabendo o quão eram gélidas as água que te banhavam de assentimento, mesmo sabendo da hipotermia do teu coração, eu não me importava em suportar, pois em ti eu bobamente acreditava e mais uma vez MENTIRA, mentiras trouxe tu para me esmagar, e afogar mais ainda esse meu tão frágil coração que agora de tão triste se recusa a bater e se arrasta, lutando contra as suas próprias bobagens criadas na sua ultima tentativa de acreditar no.. como é mesmo aquela palavra que hoje em dia andam usando-a como bom dia? Ata, o amor.    

-roberta laíne. 

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