quarta-feira, 4 de abril de 2012

To Sleep..

Vou começar a deixar bem guardadinho o que sinto, nada de deixar a idiota de minha boca soltar tudo...
vai sentimento,
dorme,
dorme de mansinho,
prometo que não doerá mais tanto assim, o bobo do teu coração já está anestesiado, sofreu tanto que se recusa a sentir algo novamente,
então dorme, dorme que mesmo escondido é muito bonito,
dorme feliz,
descansa sentimento, pois o teu nome é AmoR.

- roberta laíne. 

Tua falta...

- Você sente saudades dele?
- Sinto.
- Com que frequência?
- Com toda.

- roberta laíne.

Você.


você de dia,
você de tarde,
você de noite,
você agora,
você de madrugada,
você a qualquer hora,
você triste,
você feliz,
você delicado,
você arrogante,
você bruto,
você romântico,
V-O-C-Ê de qualquer maneira.

- roberta laíne.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Meu presente...

Hoje escrevi em meu caderno possíveis presentes que queria ganhar no dia do meu aniversário, e a lista começou assim:

1. VOCÊ.

E não houveram mais itens.
-roberta laíne.

meu real...


Ontem, antes de dormir, lembrei de você, lembrei que queria você ali, ajudando a bagunçar minha cama e entrelaçando suas mãos sobre meus cabelos, conversando comigo por olhares, como perfeitamente fazemos; então resolvi imaginar que você realmente estava deitado ao meu lado, imaginei com tanta força, com tanta vontade que juro que ti vi e até senti o teu cheiro inundando docemente meu quarto, eu juro, juro que era você, e realmente acreditando sorri, em resposta você sorriu para mim, fechei então meus olhos e bobamente dormi, dormi em ti, transbordando de felicidade... eu te amo.

- roberta laíne.

domingo, 1 de abril de 2012

forget..


E quem disse que eu já não tentei te esquecer? Mas sempre termino da mesma maneira, em um chão frio, entrelaçada sobre tuas coisas e em lágrimas lembrando mais ainda.

- roberta laíne.

..

Ela não sabia o porquê, mas sabia que tinha de continuar, tinha de tentar, tinha que saber até onde tudo isso daria, não importava as dores, pois já sabia que iria se machucar, isso sabia, mas tampouco importava-se, estava movida agora por essa estranha sensação de loucura e realidade, do querer e o não querer, do passado retornando ao presente; ela era o solitário calado versus a multidão falante, era o "sim" sozinha, e todos eram o "não" em massa. Medo ela tinha, mas precisava continuar e saber o desfecho dessa história... e sabe qual fora o desfecho? O amor.

Da forma mais inabalável e verdadeira que um conto de fadas poderia ter em vista.

- roberta laíne.