[...]
Que nós não nos limitemos apenas ao corpo,
porque o corpo
- mesmo o maior de todos -
é delimitado,
enquanto a alma... É gigantesca!
- roberta laíne.
Deixe suas roupas a cá, pendure-as ali, e leia de fato, o que tanto falo, que faltas me faltam, que verbos me embalam, eis os meus Poemas de Quarto... (Roberta Laíne)
sexta-feira, 7 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
O que somos?
Nada.
Absolutamente nada.
Morremos como todo mundo.
E, no final, todos temos o mesmo direito:
7 palmos abaixo da superfície...
Nada.
Absolutamente nada.
Morremos como todo mundo.
E, no final, todos temos o mesmo direito:
7 palmos abaixo da superfície...
- roberta laíne.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Teus braços amarrotando minha camisa,
Por conta de tuas mãos... Com medo que eu vá embora.
-roberta laíne.
[...]
Tão incabível que coube em mim...
-roberta laíne.
— Eu te amo.
Eu disse com a voz branda em lá bemol.
— Você tem certeza?
Você me perguntou indecisa depois das três palavras harmoniosa saltarem de meus lábios.
— Sim! Eu te amo.
Te amo desde a primeira vez que a vi,
Você tinha dois lados para sentar-se e escolheu ao meu.
Querida M...
- roberta laíne.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Parece sólido, mas não é.
Sentimento solto que baila pelos confins do ar
Sentimento solto que baila pelos confins do ar
Um abismo que desce devagar a vagar dentro de mim.
Parece sólido, mas não é.
Desce como pluma, mas tem o peso de dois rios fadados do amor
Olhando da janela de meu quarto parece sólido mas não é.
Desce em seco e arrastado, ácido para dentro de mim.
Como a larva de vulcão malvado, vulcão castigada.
Desce preso, e quando enfim desce,
Desce preso, e quando enfim desce,
Perece sólido, mas não é.
- roberta laíne.
[...]
Falta muito humano nessa gente toda...
- roberta laíne.
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