sábado, 9 de agosto de 2014

Nomes. Dia dos país, sem papai.

Eu disse para Brenda que, amanhã seria o dia em que eu daria um presente para papai, e que isso seria a coisa mais fácil do mundo, pois Ele gostava de tudo, do tipo tudo e qualquer coisa! Até se eu desse uma pedra embrulhada ele sorriria e amaria o presente... Porém, amanhã não é mais o dia em que dou um presente a papai, ficarei só em casa, pois a família inteira sairá, mas eu não irei, eu nunca vou, a dor precisa ser sentida... Na verdade não ficarei só, pois o Beto também não irá, mas o Beto não conta, ele só aumenta a saudade de papai, ele ronca como o papai e ao andar emite o mesmo barulho que papai, o Beto é o filho quase cópia de papai, e, para completar, ainda tem a mesma tranquilidade que papai.
Amanhã seremos eu e o Beto sozinhos nessa casa, e não sei exatamente se ele lembrará de papai, mas sei que onde quer que eu ande ou qualquer objeto que eu toque eu lembrei dele, e até mesmo se eu aquietar-me em meu quarto e tentar dormir, possivelmente o Beto se levantará para ver algo e, quando isso acontecer, eu irei assustar-me e mais uma vez ouvirei ele emitir os mesmos ruídos, em pleno dia dos pais, de papai.

- roberta laíne.
Infelizmente eu não tenho ninguém pra grudar quando sinto aqueles medos que normalmente sentimentos, aqueles medos agoniantes que dá vontade de abraçar fortemente alguém e pedir apenas pra não se mover, não fazer nenhum movimento que pareça com ir embora... Não eu não tenho ninguém, porque mamãe não é muito carinhosa e papai, bem, papai morreu.

- roberta laíne.
Não bastava amanhã ser dia dos pais, hoje tinha que começar com um dia cinzamente nublado e chover a tarde inteira...

eu te amo papai.

-roberta laíne.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

John Green que me perdoe, mas para mim, alguns infinitos são mais fodidos que outros.

- roberta laíne.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014


Eu não acho que eu esteja ou viva em crise, eu acho que EU SOU uma crise!

- roberta laíne.

domingo, 3 de agosto de 2014

É uma bola de neve, o amor é uma bola de neve, que começa pequena e no decorrer do inverno vai ganhando o formato imenso de uma bola gigantesca. Calma, por fora dessa bola de neve tem o 2, o dois é a segunda pessoa, você é o 1, e é importante saber que o amor nunca é formado por números ímpares, sempre pares, o amor é dois até mesmo quando um morre, e é esse 2, é esse segundo que pode te dar a mão e te puxar da gigantesca bola de neve que é o amor... É quando o 1 não consegue sair sozinho, que o 2 pode dá a mão para amá-lo para o resto do inverno, ou quem sabe - da vida.

Não deixe o 1 ir
Eu te amo b,
Sempre contigo.
- roberta laíne.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014



É a escuridão da noite que produz o brilho das estrelas...

- roberta laíne.