quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Querido leitor, estou feliz. 

Depois de muito tempo, voltei a assistir filmes e a ler. Duas coisas que sempre amei, mas que havia abandonado por conta de tudo o que me aconteceu. Agora, estou muito empolgada com os filmes que assisti. Estou muito animada com o fato de ter me reencontrado. Mas, assim, muita coisa mudou, eu não sou mais a mesma Roberta. E isso é ótimo, não é mesmo? Eu particularmente acho incrível quando olhamos para trás e não nos reconhecemos mais. E eu estou bem com o fato de não ser mais a mesma, mas voltar para as coisas que eu amava e que me faziam muito bem. Enquanto escrevo este texto, lembro-me de um dos filmes que assisti em um domingo e passei a obra inteira sorrindo. Eu sorria só pelo fato de estar assistindo ao filme… É meio bobo, eu sei, mas as coisas simples da vida, no final das contas, são as mais importantes. Como comer pipoca do pipoqueiro da praça da igreja. Como comer algodão doce no parque. Querido leitor, qual foi a última vez que você comeu pipoca do pipoqueiro da praça? Você lembra da última vez que comprou algodão doce no parque? Este texto não é sobre filmes e livros, mas sobre as pequenas coisas que fazem enorme diferença em nossas vidas.

Com carinho,

- Roberta Laíne.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Querido leitor, eu sei que a vida é curta demais para não falarmos o que sentimos. O problema é que eu não sei se devo falar.

Há tantas coisas que eu quero dizer, mas não sei se devo dizê-las. Queria te mandar mensagem pedindo desculpas, mas desculpas pelo quê? Por sentir? Por gostar de você? 

Eu odeio o seu silêncio, eu odeio o meu silêncio, eu odeio a nossa última conversa. Sei que fui eu quem disse que deveríamos parar de nos falar, para evitarmos maiores problemas, mas eu me arrependi. Eu não suporto o nosso silêncio. É horrível não falar com você. 


Com carinho, 


- Roberta Laíne. 

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Querido leitor, há dias que, por maior que seja o seu esforço, você não consegue responder ou interagir com as pessoas. A sua mente está tão tão barulhenta que é quase impossível escutar quem está ao seu redor. É por isso que fico em silêncio. O silêncio significa, antes de tudo, profunda confusão e instabilidade. O silêncio significa, entre tantas coisas, a minha real incapacidade, a minha maior fraqueza. Porque se eu conseguisse falar, se eu conseguisse... eu juro que falaria. Eu diria muito. Eu diria tanto. Mas eu não consigo, é muito mais forte que eu… É ensurdecedor. 

Eu queria pedir desculpas para todas as pessoas que não compreendem o meu silêncio.

Com carinho, 

- Roberta Laíne.
Querido leitor, não estou conseguindo controlar as minhas emoções e sentimentos, estou muito confusa novamente.

Quando você sente medo de fazer besteira…

Com carinho, 

- Roberta Laíne.