quinta-feira, 7 de abril de 2011

Desespero de meu eu.





Não quero mais saber de mim, dane-se a vida e que venha o morrer, nunca vivi mesmo para mim, mas sempre para amores a não me corresponder.
                Meu mundo encontra-se desestruturado, minhas mãos estão calejadas de tanto escrever a palavra esperança, não posso mais querer entender o mundo, se o mesmo se corrói em ganância.
                Só me restou mesmo desfrutar dessa dor que não me afaga, que insiste apenas em me golpear, criticar, me corroer, dor que me mata.
Foi nesse triste descontentamento que minha vida parou de ser minha, e a morte, essa por si só, me soou como uma feliz saída.

Roberta Laíne.


4 comentários:

  1. "Temam menos a morte e mais a vida insuficiente.'
    (Bertolt Brecht)
    "O gosto de minha morte na boca deu-me perspectiva e coragem. O importante é a coragem de ser eu mesmo."
    (Friedrich Nietzsche)
    -Desespero mesmo é se vc parar d escrever seus textos robertita...parabéns + uma vez! =D

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  2. ownt, não me canso de agradecer por você lê-los '-'

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  3. Parabens pelos maravilhosos textos. ADoro lê-los. Continue sempre escrevendo o q sentes, isso é mt bom. Parabens mesmo Roberta!

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  4. Oti, muito obrigada por lê-los Amanda '-'

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